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Quem vai comprar o Chelsea? Conheça os candidatos a suceder Roman Abramovich

15:24 BRT 29/04/2022
Nick Candy Roman Abramovich Conor McGregor
A equipe foi colocada à venda, com um acordo ainda possível, apesar do proprietário russo do clube ver seus ativos no Reino Unido congelados

Roman Abramovich pode ter visto seus ativos congelados pelo governo do Reino Unido devido a conexões com o presidente russo Vladimir Putin, mas o Chelsea continua à venda e uma aquisição ainda pode ocorrer se as licenças e garantias corretas forem obtidas.

Com isso em mente, uma corrida para garantir a propriedade dos Blues, atuais campeões da Liga dos Campeões, está em andamento, com lances de vários bilhões de libras.

Uma série de potenciais interessados ​​em Stamford Bridge surgiram à medida que o interesse aumenta constantemente, de superestrelas do UFC a torcedores ricos do clube do oeste de Londres, mas quem são os que estão concorrendo? A GOAL te mostra.

Todd Boehly

O magnata norte-americano é o nome mais forte, no momento, para comprar o clube.

O cofundador, presidente e CEO da Eldridge Industries, que tem um patrimônio líquido de 4,72 bilhões de libras (R$ 30,3 bilhões), teve duas ofertas pelo Chelsea recusadas em 2019 e é um grande fã de esportes depois de já adquirir participações no time da MLB, o Los Angeles. Angeles Dodgers e o gigante da NBA, o LA Lakers.

O potencial licitante foi solicitado a garantir um investimento adicional mínimo de 1 bilhão de euros (5,2 bilhões de reais) ao longo de 10 anos, que seria destinado ao estádio, às equipes femininas e da academia.

Juntamente com os custos de compra do clube, aumentaria o compromisso financeiro geral do projeto para entre 3,5 bilhões e 4 bilhões de euros (18,2 e 20,8 bilhões de reais, respectivamente).

Assim como as outras possíveis opções, o provável dono dos Blues prometeu investimentos em todas as áreas do clube e obras no estádio.

Jim Ratcliffe

Sir Jim Ratcliffe, o homem mais rico da Grã-Bretanha e proprietário da INEOS e do Nice, da França, anunciou sua última tentativa para comprar o Chelsea.

O empresário fez uma oferta de 4,25 bilhões de libras (cerca de R$ 26,3 bilhões) pela compra dos Blues. Desses mais de 4 bilhões de libras, 1,75 bilhão é em investimento ao longo de 10 anos + 2,5 bilhões para um "fundo de caridade", relacionado a guerra na Ucrânia.

“Nós acreditamos que Londres deve ter um clube que reflita a estatura da cidade. Um que esteja no mesmo patamar que Real Madrid, Barcelona ou Bayern de Munique. Pretendemos que o Chelsea seja esse clube”, afirmou a empresa INEOS, em nota.

O bilionário inglês entregou a proposta nesta sexta-feira ao Raine Group, banco comercial que vem conduzindo o processo de venda do Chelsea. A negociação depende de aprovação do governo britânico.

Nick Candy

Um ávido torcedor do Chelsea, o desenvolvedor imobiliário bilionário Candy tem conversado com um grupo de investidores americanos sobre a formação de um consórcio para comprar os Blues.

Diz-se que sua proposta de 2,5 bilhões libras (R$ 16 bilhões) inclui planos para uma reconstrução de 1,5 bilhão de libras (R$ 9,6 bilhões) de Stamford Bridge, enquanto o homem de 49 anos - que é casado com a ex-atriz de Neighbours Holly Valance - deixou claro que ele procuraria colocar outros torcedores no centro de seu regime.

Candy disse à Sky Sports as razões de seu interesse : "Apoio o Chelsea desde os quatro anos de idade. Meu pai foi convidado para jogar pelo Chelsea. Eu amo o Chelsea.

"Eu não me importo onde isso vai parar, mesmo que não seja comigo, desde que esteja em boas mãos."

Hansjorg Wyss

O empresário de 86 anos emergiu como um dos primeiros candidatos depois de revelar muito antes de Abramovich colocar formalmente o Chelsea à venda que lhe foi oferecida a chance de investir no clube ao lado de outras três partes.

O suíço – que tem seu patrimônio avaliado em 4,3 bilhões de libras (R$ 27 bilhões) depois de fundar a empresa americana de dispositivos médicos Synthes – afirmou que Abramovich precisará reduzir seu preço pedido para que um acordo seja concluído.

Ele disse: “Abramovich atualmente está pedindo demais. Você sabe, Chelsea deve a ele 2 bilhões de libras (R$ 12,8 bilhões). Mas o Chelsea não tem dinheiro. Isso significa que quem compra o Chelsea deve compensar Abramovich.''

“Até hoje, não sabemos o preço de venda exato. Posso imaginar começar no Chelsea com parceiros. Mas eu tenho que examinar as condições gerais primeiro. Mas o que eu já posso dizer, definitivamente não estou fazendo algo assim sozinho. Se eu comprar o Chelsea, então com um consórcio composto por seis a sete investidores.”

Todd Boehly

O magnata norte-americano é o nome mais forte, no momento, para comprar o clube.

O cofundador, presidente e CEO da Eldridge Industries, que tem um patrimônio líquido de 4,72 bilhões de libras (R$ 30,3 bilhões), teve duas ofertas pelo Chelsea recusadas em 2019 e é um grande fã de esportes depois de já adquirir participações no time da MLB, o Los Angeles. Angeles Dodgers e o gigante da NBA, o LA Lakers.

Conor McGregor

Um dos candidatos mais surpreendentes a entrar na briga, o lutador de MMA irlandês viu seu interesse despertado quando foi anunciado que Abramovich estava procurando um comprador.

Ele twittou “Desejo explorar isso, Chelsea” ao responder à mensagem do WhatsApp na qual um contato dizia: “Chelsea à venda, 3 bilhões de libras (R$ 19 bilhões). Vamos comprá-lo."

McGregor é declaradamente um torcedor do Manchester United e já manifestou interesse em lutar pelo controle dos Red Devils da família Glazer. Ele também disse que está interessado em se envolver com o Celtic, time da Premiership escocesa.

Muhsin Bayrak

Um empresário turco que fez sua fortuna de 8 bilhões de libras (R$ 53 bilhões) como presidente do AB Group Holding – uma empresa que investe em turismo, criptomoeda e construção – Bayrak teria se encontrado com Abramovich para discutir um possível acordo.

Ele, no entanto, colocou em dúvida se seria bem-vindo ao oeste de Londres, dizendo: “Acho que eles não querem que a Turquia compre o clube. Todos devem saber que a República da Turquia é um estado muito grande. Pessoas de negócios muito sérias saem deste estado, e nós existimos e estaremos em todo o mundo.”

Sir Martin Broughton

A GOAL confirmou que Broughton manteve discussões sobre desempenhar um papel nas propostas que estão sendo preparadas para o Chelsea.

Ele esteve anteriormente envolvido no acordo que viu o Fenway Sports Group encerrar o reinado desastroso de Tom Hicks e George Gillett no Liverpool em 2010.

Broughton, que é ex-presidente da British Airways, está negociando com os patrocinadores sobre a apresentação de sua própria oferta, embora enfrente uma corrida contra o tempo para gerar os fundos necessários para entrar na licitação.

Jamie Reuben

Outro torcedor fanático do Chelsea que sonha em assumir o controle do clube que ama .

O pai e o tio de Reuben - que fazem parte de um negócio de 12 bilhões de libras (R$ 77,2 bilhões) - compraram uma participação de 10% no Newcastle no ano passado, quando uma aquisição de 300 milhões de libras (R$ 1,9 bilhões) no St James' Park foi concluída, mas ele pode sair por conta própria.

Um homem que possui nomes como Kim Kardashian, Paris Hilton e Boris Johnson em seu grupo de amigos pode achar difícil obter uma luz verde da Premier League, devido aos laços familiares com rivais de primeira linha em Tyneside.

Saudi Media

Outro dos licitantes para ter uma remodelação de Stamford Bridge dentro de seus grandes planos para o Chelsea.

Uma abordagem do Oriente Médio está sendo liderada por Mohamed Alkhereiji , que dirige a Saudi Media e é CEO da empresa controladora do Engineer Holding Group, fundada por seu pai Abdulelah Alkhereiji.

A empresa fatura mais de £ 1 bilhão (US $ 1,3 bilhão) por ano, enquanto Alkhereiji é torcedor do Blues e esteve presente durante a última visita de Abramovich a Stamford Bridge em novembro de 2021.

Outras

Entre os outros que foram ligados ao Chelsea estão o proprietário do New York Jets, Woody Johnson , enquanto se fala que o magnata do Moneyball Billy Beane faz parte de um consórcio de licitação.

Jayed Afridi , dono de uma empresa automobilística e CEO da gigante elétrica de consumo Haier Paquistão, foi cogitado como outro licitante em potencial, junto com Michael Rubin – proprietário do grupo de produtos esportivos Fanatics, uma empresa que vale mais de 20 bilhões de libras (R$ 128,7 bilhões).