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Atlético-MG

Quais foram as contratações mais caras feitas no Atlético-MG campeão brasileiro de 2021?

18:55 BRT 03/12/2021
Matias Zaracho Atletico MG Mineiro River Plate Copa Libertadores 18082021
O time mineiro, com um elenco de luxo, quebrou a fila de 50 anos sem ganhar o Campeonato Brasileiro

Demorou, mas o Atlético-MG saiu da fila de títulos brasileiros. Após 50 anos sem levantar a taça, o time se reestruturou, montou um grande elenco e conquistou o bicampeonato com sobras e jogando um belo futebol.

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Muito disso veio por conta da ajuda de alguns investidores. Nomes como Rubens Menin, dono da MRV, e Ricardo Guimarães, são considerados os "mecenas" do Galo, tendo investido muito dinheiro para montar uma estrutura e autossustentável.

Mas nada disso seria possível se não fosse o bom desempenho no futebol dentro de campo. E o time que foi campeão brasileiro conseguiu fazê-lo com um elenco fortíssimo, composto por veteranos de qualidade inquestionável (Hulk e Diego Costa), bons achados em times menores (Jair e Allan) e apostas no mercado sul-americano (Zaracho e Júnior Alonso).

Assim, pode bater a dúvida: quanto é que o Atlético-MG gastou para montar um time que briga de igual para igual com qualquer outro no continente e que deu um título histórico para a sua torcida?

Sem considerar salários elevados como de Hulk e Diego Costa, por exemplo, mas que em tese chegaram de graça, a contratação mais cara da era atual no Galo é a de Matías Zaracho, que custou 5,1 milhões de euros - nas cotações atuais, R$ 32,5 milhões.

O top cinco também tem Nacho Fernández (4,9 milhões de euros), Allan (3,5 milhões de euros), Júnior Alonso (três milhões de euros) e Nathan (três milhões de euros). Arana (2,5 milhões de euros), Keno (2,2 milhões de euros), Alan Franco (2,1 milhões de euros), Savarino (1,8 milhões de euros) e Guga (1,8 milhões de euros) fecham a lista das maiores contratações.

No total, o Atlético-MG gastou cerca de 37 milhões de euros, o que dá, nas cotações atuais, R$ 236 milhões. Valores próximos do que o Barcelona pagou para tirar Arthur do Grêmio, ou do que o Milan pagou para tirar Lucas Paquetá do Flamengo, ficando apenas na esfera do futebol brasileiro.